Streetart Utopia

Quando eu era muito pequenina, ficava veramente indignada quando via os senhores das camaras municipais a apagarem grafitis. Dizia eu muitas vezes, de mim para mim, que mal tem ter arte e cor em vez de muros sujos e pardacentos?

Cresci a amar grafittis, fiz-me adulta a fotografar (de forma totalmente amadora e pessoal) grafittis e sonhei com o dia em que o grafitti, a obra de arte de rua, que sofre erosão todos os dias… se tornaria arte nobre, reconhecida e mantida.

Esse dia, parece-me a mim, está a chegar. O grafitti, como parte da streetart, está a ter ecos e já faz correr muita tinta. Os artistas começam agora a ser amados, chamados para trabalhar, e pessoas (tantas) como eu estão mais felizes.

Descobri este site, que regista a arte de rua, um pouco por todo o mundo. Bem-hajam.

Streetart utopia.

 

Vanessa da Trindade

Vanessa da Trindade

Fui jornalista, mas a vida roubou-me para o marketing. Durante mais de 10 anos trabalhei para espanhóis e odiei. Quando decidi mudar, trabalhei para anglo-saxonicos e odiei ainda mais. Mandei tudo às favas. Redediquei-me ao jornalismo, aos estudos e à escrita, e depois debitei esta ideia.

Passo a vida entre o trabalho, a casa… e a psicoterapeuta.

Tenho uma má relação com o telemóvel; não acho piada a homens bonitos; adoro estar sozinha; e não largo a máquina fotográfica.
Nunca mais vou usar fio dental (no rabo, claro!) e vou usar sempre palavras difíceis.

Admiro profundamente o meu marido e a minha filha.

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