Happy Bitch Wine

Happy Bitch Wine

Ora aqui está um produto que vem reforçar aquilo que eu já ando a apregoar há algum tempo: Quando em dúvida, tome um copo de vinho! Passo a explicar…

Se o álcool resolve os problemas a alguém? Obviamente que não. Mas o ato de tomar um copo de vinho proporciona um momento de relax que pode bem ser o primeiro passo para resolver um qualquer obstáculo ou agrura diária.

E um copo de um bom vinho (tinto, rosé, com ou sem bolhinhas) na mão de uma mulher (com M grande!) dá sempre aquele ar: “Olha para mim tão senhora a pensar na vida enquanto saboreio o néctar dos deuses…” Just like a happy bitch!

É que o maravilhoso sumo de uva tem o poder de “olear” os pensamentos, de remover stress nem que seja por breves momentos e de preparar uma bitch para a batalha que é o dia-a-dia de uma mulher do séc XXI. Não estamos a falar apenas de vinho mas de toda uma atitude perante a vida!

É essa a mensagem do Happy Bitch Wine: Bitch por bitch, mais vale ser feliz.

Façamos um brinde!

Happy Bitch Wine

N.B.: Não estou aqui a fazer uma apologia ao álcool, que deve ser bebido com moderação (pois está claro!). Nem a fomentar o consumo de vinhos estrangeiros, até porque quer se queira ser happy, bitch ou both, também podemos recorrer aos nossos vinhos que em termos de quantidade e qualidade não ficam atrás de ninguém. Fica a ressalva.

 

Imagens: Happy Bitch Wine

 

Marta Gaspar também escreve em Matuta-re.

 

Marta Gaspar

Quando era pequena queria ser arqueóloga, mas a Arqueologia não me chegou. Fui à procura de mais porque o que eu gosto é das ideias, das palavras, do que é novo, do que é giro e do que está para vir. Gosto mais de ver e ouvir do que falar mas em contrapartida escrevo que me farto. Não gosto de celebrar o meu aniversário, mas adoro cantar parabéns aos outros (e comer bolo). Não sou uma criatura de hábitos, nem muito organizada mas quando me chamam estou lá (especialmente se for para passear). Gostava de ser uma cidadã do mundo mas penso que sou demasiado ‘tuga’ para tal. Sofro de paixonite aguda pela cidade do Porto (pelas pessoas que nela moram) e por andar de pé descalço na areia. Sou movida a paixão e vivo na esperança que os dias passem a ter 48 horas.