Galeria de Arte Urbana

Eu vivo num subúrbio. É um bom subúrbio (a linha), mas não deixa de ser um subúrbio. Quando vou à cidade, confesso que muitas vezes pareço uma patareca. Quando vejo alguma modernice que não existe no meu subúrbio, paro o carro (onde fôr) e vou lá ver de perto. Também é verdade que ando a ouvir: “azelha” e “otária”, mais vezes do que é costume.

Foi mais ou menos isso que aconteceu a última vez que parei o carro abruptamente no meio de uma artéria principal para ir fotografar um vidrão lindo de morrer. É que os vidrões andam lindos de morrer, ainda não repararam?

Os responsáveis por este relift destes equipamentos urbanos, sob o mote reciclar o olhar, são os meninos da GAU- Galeria de arte urbana.  – Intrevenção e Liberdade artistica com o total apoio da camara municipal de lisboa.

Responsáveis pela comunicação desta iniciativa estiveram os meninos da Torke, que até ganharam o Leão de Bronze em Cannes, por causa disso.

 

Vanessa da Trindade

Vanessa da Trindade

Fui jornalista, mas a vida roubou-me para o marketing. Durante mais de 10 anos trabalhei para espanhóis e odiei. Quando decidi mudar, trabalhei para anglo-saxonicos e odiei ainda mais. Mandei tudo às favas. Redediquei-me ao jornalismo, aos estudos e à escrita, e depois debitei esta ideia.

Passo a vida entre o trabalho, a casa… e a psicoterapeuta.

Tenho uma má relação com o telemóvel; não acho piada a homens bonitos; adoro estar sozinha; e não largo a máquina fotográfica.
Nunca mais vou usar fio dental (no rabo, claro!) e vou usar sempre palavras difíceis.

Admiro profundamente o meu marido e a minha filha.

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