Fundação Saramago
Não pude esperar muito para lá ir depois de saber que a Fundação José Saramago já tinha inaugurado no dia 13. Depois de uns quilómetros de bicicleta, de um encontro com o outro fã mais fã conheço e de umas belas sardinhas, explorei com calma aqueles quatro andares:
- No 1.º a exposição sobre a obra – centenas de tÃtulos de Saramago publicados em dezenas de lÃnguas, manuscritos, artigos censurados, notas para os romances, fotografias, filmes, documentários e entrevistas, objetos pessoais e o seu escritório reconstruÃdo;
- No 2.º fica a parte administrativa da fundação, onde consegui interpelar Pilar del Rio e dar-lhe os parabéns. Mudei, para melhor, a opinião que tinha sobre ela;
- No 3.º a loja, com os livros em várias lÃnguas e merchandising vário;
- No 4.º a biblioteca, dividida numa parte pública e noutra (pertencente a Saramago) só aberta a investigadores mas que dá para espreitar.
Faz falta uma cafetaria, mas pode ser que ainda apareça.
 A congregar tudo isto está uma arquitetura interior fantástica de dimensões inimagináveis quando se vê a Casa dos Bicos de fora. Longas escadas, divisórias de ferro, paredes de vidro, num estrutura labirÃntica onde dá gosto perdermos-nos.
 A entrada na Fundação será paga, mas durante o mês de julho é gratuita. Aconselho todos os que puderem a aproveitarem a oportunidade. Eu gostei imenso.
Imagem: Fundação José Saramago.
Vespinha escreve também no seu próprio blog: Uma Vespa a abrandar.








