Coachella

O Festival Coachella dispensa grandes apresentações. É um dos maiores festivais de música Indie e Rock, com lugar em Indio, California. É assim que, todos os anos, por esta altura os holofotes se voltam para os seus palcos, mas não apenas para contemplar os músicos. Este é um festival que convida multidões cheias de pinta a passearem-se deserto fora ao som das melhores bandas que por aí andam.

Cada vez mais conhecido por ser também considerado um festival de “celebridades” ou, como alguns lhe chamam, o festival de música mais fashion do planeta, é de salientar que é um agregador de tendências festivaleiras com looks exibidos e pensados ao pormenor. De tal forma, que é destaque nas secções de estilo de revistas como Vogue, Elle, ou Harper’s Baazar.

Até a conhecida marca britânica Mulberry tem assinalado presença nas últimas edições organizando uma pool party, para apresentar a sua colecção de Outono, com uma lista de convidados bastante restrita e, diga-se de passagem, bem in, ou não estivessem presentes nomes como Kate Bosworth, Cara Delevingne, Emma Watson ou Nicole Richie.

Sem Glastonbury este ano, devido à realização dos Jogos Olímpicos em Londres, o Coachella assume, sozinho, o protagonismo de uma época festivaleira que agora começa. Por lá se cruzaram nomes como Radiohead, The Black Keys, Bon Iver, Florence + The Machine ou Azealia Banks.

Mas, à parte das grandes bandas e dos looks que proliferam por todo o festival e que só apetece recriar ao detalhe, o Coachella é marcado por uma diversidade de estilos musicais e manifestações artísticas, apresentando sempre, a meu ver, um line up de topo! E melhor de tudo, há para todos os gostos. Ficam neste artigo alguns dos meus looks favoritos.

 

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Marta Martins

Marta Martins nasceu em Lisboa. Desde cedo que fazia desfiles com a roupa da mãe e das tias. Hoje, diz que tem um fraquinho pela moda. Licenciou-se em Ciência Politica e Relações Internacionais pois assuntos de Estado, filosofias e teorias intrigam-na. Está a fazer o mestrado em Ciências da Comunicação enquanto trabalha numa agência de marketing. Mia, como era tratada durante a infância, chega sempre atrasada, para promover o seu próprio ritmo, claro está! Ser distraída nada tem a ver com o assunto. É extrovertida, canta e dança sempre que pode, e escreve. Com a cabeça no ar, a imaginação pode voar à vontade e meio-termo é uma expressão que não lhe diz muito. Não sabe o que quer, mas sabe que não quer ficar para trás. Quer deixar a sua marca no mundo mas não através da cozinha, coisa estranha pois nem sabe quando o lume está brando. Não gosta de pessoas que não se importam e a insensibilidade faz-lhe comichão. É romântica mas diz que não. Até dizer que sim.